Se me permitam, irei abrir uma pequena exceção no artigo de hoje. Deixando um pouco o esporte de lado, gostaria de contar uma experiência que tive, e que muita gente poderia seguir o exemplo. O ato de doar, ceder, ofertar. Já pensou em doar sangue, leitor? Não dói e não faz mal à saúde, muito pelo contrário. Uma pesquisa realizada na Finlândia mostra que a doação pode diminuir em 86% os riscos de problemas cardio-vasculares no homem.
Em um dia como qualquer outro, acordei cedo, tomei um café reforçado e fui ao Hemoacre com mais três amigos (Luciano, Nicollas e David). Identificamos-nos na recepção, passamos pelos procedimentos padrões e em seguida fomos para a sala de coleta. Um processo simples e rápido, porém, que salva vidas.
Sim, o atendimento foi feito da melhor maneira possÃvel. Em conversa com alguns funcionários, era visÃvel a satisfação de nos receber. Em alguns perÃodos do ano (principalmente nessa época), faltam doadores. Um dos motivos é a falta de informação por parte da população. Muitos mitos ainda existem sobre a doação de sangue. É preciso a própria população ter interesse e tomar conhecimento sobre o assunto.
Então, que tal fazer uma boa ação hoje? Se dirija ao Hemoacre (ao lado do Teatrão) com documento de identidade com foto, sem consumir alimentos gordurosos. Se estiver na faixa etária de 16 a 18 anos, é necessário a autorização dos responsáveis; a idade máxima para doar sangue é 67 anos, 11 meses e 29 dias. E não esquecendo: precisa pesar mais de 50 Kg.
Outro modo de salvar vidas é ser um doador de órgãos. Não é preciso deixar nenhum tipo de documento escrito, basta autorização por parte dos familiares após a morte encefálica.
órneas, coração, pulmão, rins, fÃgado, pâncreas e ossos são alguns dos órgãos que podem ser doados a pessoas que há anos estão esperando por essa oportunidade.
Coragem leitor, com esse simples ato, de doar, você estará salvando vidas. Sem egoÃsmos. Hoje, o seu vizinho pode estar precisando, mas amanhã pode ser você. Doe sangue, doe órgãos, doe vida!
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João Paulo Maia é estudante de Jornalismo da Ufac
Twitter: @jpmaiaa

















































