“No Acre, na política, você não é respeitado pelo bem, mas, pelo mal que pode fazer”.
Do saudoso ex-governador Geraldo Mesquita.
Panorama real
Adiferença do candidato ao governo, Tião Viana (PT), para o dversário Tião Bocalom (PSDB), na Capital, não será muito grande. Aqui, as diferenças entre governo e oposição tendem não ser largas. Basta dar uma olhada quantos votos teve a oposição na última eleição municipal. Mas, com a soma dos votos dos demais municípios, Tião Viana tende ganhar a eleição folgado.
Tudo em família
A deputada Perpétua de Sá (PT) ligou para negar que tenha ficado chateada por não ter sido ela, mas o marido Itamar de Sá (PT), o candidato da família à Aleac, que diz ter sido consenso.
Pegou vento
Com a estrutura poderosa, digna de candidato a governador, colocada pelo PT para lhe apoiar, a candidatura do Léo Brito (PT) à Câmara Federal pegou vento e o coloca na disputa das vagas.
Bem merece
Se há um deputado da FPA que merece ser reeleito é o Moisés Diniz (PCdoB), porque tem posição. Nunca fugiu do confronto na tribuna com a oposição. E, é um quadro qualificado.
Apostando no STF
O candidato Bebeto Filho (PSDB) continua com a sua campanha a deputado esta-dual, mesmo com o TSE negando registro de sua candidatura, convicto de que ganhará o recurso no STF.
Como nunca
Quem mais tem feito comí-cios na cidade é o deputado Luiz Calixto (PSL), com uma campanha forte nos bairros, como não tinha na última eleição, quando a sua votação não foi muito boa.
Nome principal
Os dirigentes do PMN apostam na eleição do candidato Plínio (um dos donos do Hotel Plínio, em Cruzeiro do Sul), que pelas pesquisas internas acham que ele pode chegar na Aleac.
Pesquisa série
A pesquisa do Delta, fechada há dois dias, mostra que se não der uma chuva de meteoros, o resultado para governador e senador está consolidado, como já foi registrado pelo Ibope.
Não adianta agradar
E não será vetando a divulgação dessa realidade que se vai conseguir mudar o panorama.
Estratégia fechada
A estratégia dos dirigentes da oposição é passar dez dias no Juruá e os últimos quinze dias para a votação, na Capital e municípios do Vale do Acre, onde se concentra a maioria dos votos.
Sem dúvida
Não resta mais muita dúvida que dos atuais deputados federais Fernando Melo, Perpétua Almeida, Flaviano Melo, Henrique Afonso e Gladson Cameli se reelegem com tranqüilidade.
Muito forte
São favoritos às outras vagas Márcio Bittar (PSDB), Taumaturgo Lima (PT) e Sibá Machado (PT).
Grande indagação
A grande incógnita é quanto à votação da candidata a deputada federal Antonia Lucia (PSC).
Fica nisso
Outra previsão para anotar e conferir: o mais votado a deputado federal sairá da lista composta por Gladson Cameli (PP), Márcio Bittar (PSDB) e Perpétua Almeida (PCdoB).
Outra para anotar
Antonia Sales (PMDB) não terá menos de sete mil votos e será a deputada estadual mais votada da eleição. Além do prestígio próprio, tem três prefeitos do Juruá lhe apoiando.
Conseguiu aglutinar
O candidato a deputado estadual, Geraldo Pereira (PT), conseguiu com a habilidade que dele não se esperava, por ser cristão novo na política, aglutinar apoios fortes à sua candidatura.
Mais importante
E conseguiu o mais importante, que é chegar na reta final sem oscilação na campanha.
Belo lançamento
Muito prestigiado ontem o lançamento do livro do jornalista Silvio Martinello, “Acre- onde o vento faz a curva”, no “Memorial dos Autonomistas”. Agora é ler a obra, já nas livrarias.
Nova tática
Os candidatos da oposição inovaram nesta campanha com uma tática interessante: a realização de mini-comícios nos bairros, já tendo sido realizados dezenas deles até aqui.
Mérito próprio
Se a ex-governadora Iolanda Lima (PTB) ganhar a eleição será por mérito próprio e pela estratégia de visitas nas casas, porque não tem nenhum esquema poderoso lhe apoiando.
Praticamente decidido
A eleição majoritária no Acre entra na sua reta final sem nenhuma novidade. Caso não aconteça algo sobrenatural nos próximos dias na campanha os vencedores para o governo e para as duas vagas de senadores serão os que têm sido retratados nas pesquisas, o que torna essa disputa um prato político insípido, porque já se sabe de antemão quem vai ganhar.

COLUNISTAS









































